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31/07/2004 22:08 programe-se

Sônia G. say something (1)
30/07/2004 15:57 La Fura x La Guarda

É um equívoco comparar a performance do grupo argentino De La Guarda com o teatro da companhia catalã La Fura Dels Baus, ainda que o primeiro tenha (claramente) se inspirado na segunda. O De La Guarda, cuja temporada em Sampa se encerra neste fim-de-semana, é formado por atletas com grande habilidade em se mover suspensos por cordas e cabos. Eis a base do espetáculo, complementado por movimentos e gestos coreografados, efeitos visuais, música, percussão e momentos de interatividade com a platéia. Já a La Fura Dels Baus (ou, A Fúria do Esgoto) existe há 25 anos e, com suas montagens altamente provocadoras, tornou-se referência do teatro experimental e contemporâneo. Medo é o mínimo que sentimos durante uma apresentação dos caras - todos os nossos sentidos entram em alerta máximo. A companhia também é uma das pioneiras na utilização cênica de espaços nada usuais. O último espetáculo da La Fura (que já esteve duas vezes no Brasil) foi montado num navio - sendo que a certa altura as pessoas que assistem têm de escolher entre o inferno (o porão) e o céu (o convés). O navio, Naumon, vai percorrer o mundo durante quatro anos. Na foto, a La Fura Dels Baus em 'Accions', uma de suas primeiras produções.
Sônia G. say something (2)
28/07/2004 11:37 beautiful days

Têm feito dias tão bonitos em Sampa... Parece que tô de sacanagem, mas não. Esta foto eu fiz anteontem, do topo do prédio em que moro. 'Como cai bem a definição selva de pedra', penso, diante do aglomerado de fachadas - e antifachadas. Entre o verde e o azul, esta cidade cinzenta por natureza fica LIN-DA.
Sônia G. say something (1)
26/07/2004 22:05 dos meus vícios

À medida que as temporadas inéditas dos meus (inúmeros) seriados prediletos chegam ao fim, bate um estranho vazio... Pela primeira vez, em seis meses, segunda-feira não é noite de assistir a 24Hours. O final da terceira temporada foi ao ar na semana passada, e nem sei se a próxima já começou a ser rodada. De 24 episódios, só um eu precisei gravar pra assistir depois - vi todos na primeira exibição. Foi assim, também, com as temporadas anteriores. Os adictos (como eu) entendem: não basta acompanhar, é preciso ver em prime time... Não sei quantas vezes, nos últimos anos, tive que fazer a maior ginástica pra estar diante de uma TV na hora de começar mais um episódio inédito desse ou daquele seriado (são tantos...). Ao mesmo tempo, os períodos de reprises libertam a gente ( a gente somos os dependentes). Há muitas, mas muuuitas coisas boas pra se fazer nesta vida breve... Bom, mas já que a televisão tá ligada, vou aproveitar pra curtir um show maravilhoso do Jimi Hendrix, no Multishow (à espera de Sex And The City...).
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22/07/2004 13:12 Orkut: r u in, or out?

Não bastasse o fato de ser lento PRA CACETE (independentemente da velocidade da conexão), o Orkut ainda toma um tempão na vida da gente. Já começo inclusive a concordar com quem acha esse lance meio viciante.
Enfim... De imediato decidi que, se ia empenhar algum esforço to grow my network, teria que ser prioritariamente pra me (re)aproximar de pessoas que eu conheço, que têm algo a ver comigo, de que gosto, que admiro ou - pelo menos - que me despertam boas lembranças. Não sei até quando vou conseguir me manter coerente, nesse ambiente com tantos caminhos que nos levam a (e trazem até nós) pessoas tão diferentes umas das outras.
Foram dilemas como o meu que fizeram (por exemplo) minha amiga Lu Etzel remover o perfil dela do Orkut, depois de algumas semanas. Volta, Luuuuu!.
 Já o Carlos Eduardo Miranda (um dos caras mais fofos que eu conheço) em breve terá que encarar de frente o problema a que estão sujeitos aqueles que desfrutam de grande popularidade. No momento em que redijo este post, Miranda já reuniu 795 amigos. Pelas regras do Orkut, cada membro da comunidade pode aceitar no máximo, 1000...
Sônia G. say something (3)
20/07/2004 00:20 Samwaad

Alguma coisa muda na gente quando assistimos a (qualquer) um dos espetáculos de dança e movimento idealizados pelo coreógrafo Ivaldo Bertazzo. De platéia, passamos a testemunhas da explícita generosidade e fina delicadeza de um profissional que há décadas dedica-se de corpo e alma a não bailarinos de todas as classes sociais.

A obra-prima de Bertazzo chama-se Samwaad - Rua do Encontro (e está em cartaz no Sesc Belenzinho - reestréia em 13/09!). Pra montar Samwaad, ele selecionou 55 adolescentes ligados a ONGs paulistanas, e passou oito meses preparando o elenco para uma perfeita dança-coral. A trilha combina música indiana com percussão brasileira (mantras, cítaras, tablas, tampuras... com tamborins, pandeiros, berimbaus). É envolvente, hipnótica... é aconchegante - foi criada por músicos do Gandharva Mahavidyalaya (da Índia) e ritmistas de escolas de samba daqui de s.paulo. As duas fotos são de Samwaad. Quem puder, vá!
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16/07/2004 23:17 hendrix rocks!


Impregnada pela atmosfera rock 'n' roll que dominou a semana, passei os últimos dias ouvindo Jimi Hendrix, pensando em Jimi Hendrix - cultuando, mesmo. Só não sonhei com ele (o que não me incomodaria). Não consigo parar de pensar em como esse cara se encaixa feito uma luva no tempo presente. Faz 34 anos que Jimi Hendrix morreu. NADA nele parece antigo, ou velho, ou cafona. E, quando escuto o som que ele tirava de uma guitarra, chego a achar Jimi Hendrix liiiindoooo!
Sônia G. say something (3)
16/07/2004 14:50
vamos nos desarmar.
em todos os sentidos.
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13/07/2004 13:03 rock 'n' roooooll! No dia do rock homenageio os guitarristas, sem os quais esta data certa- mente não existiria! Começo por ELE, Jimi Hendrix, que jamais verei tocar - com sua Voodoo Stratocaster...

... e termino com os mais legais que já vi (todos i-nes-que-cí-veis!):     Keith Richards, Peter Frampton, Eddie Van Halen, Steve Vai, Eric Clapton,
      Ron Wood, Jimmy Page, Angus Young, Joe Perry, Vernon Reid e Slash
Sônia G. say something (4)
11/07/2004 23:34 de volta do futuro

No sábado chuvoso e frio, resolvi buscar inspiração na mostra Escritórios do Futuro - espécie de showroom (estilo Casa Cor), montado no alto de um luxuoso prédio da avenida Paulista.

De quase vinte ambientes criados por arquitetos convidados, pelo menos um terço destinava-se à concentração, ou meditação, ou criação, descanso, pausa, espera, bate-papo, encontros informais... O moderno mundo dos negócios do século 21 me parece reservado a muito poucos. Fiquei um tempão lá, fazendo-de-conta. E contemplando uma das vistas mais legais da cidade. As fotos acima não foram feitas com minha modesta PDC, e sim com uma HP - que já virou objeto do meu desejo.
Sônia G. say something (4)
09/07/2004 18:28 about friends

Acima, apareço entre minhas ex-colegas e queridas amigas Rosana e Cláudia - em reencontro após 28 anos!
Abaixo, Rosa e Mara, duas das que ainda espero rever...

Sônia G. say something (1)
07/07/2004 18:25 my Friends

Final de seriado americano (tanto faz se cômico ou dramático) pode até ser emotivo, mas em geral não é babaca. Foi assim com Seinfeld, Cybill... (poderia citar inúmeros). E foi assim também com Friends, cujo derradei- ro episódio o Warner exibiu ontem à noite. Passei a hora inteira em que durou o programa, entre soluços e gargalhadas (tenho CERTEZA de que não fui a única). Aliás, vou assumir de uma vez o que não tenho porque negar: Friends trouxe mais leveza à minha vida. Só não digo que sentirei saudades porque hoje em dia sou uma completa viciada em sitcoms, as- sisto a vários - e mal consigo me organizar pra acompanhar todas as temporadas inéditas.
Sônia G. say something (4)
05/07/2004 18:05
Today is their birthday!
 Cinco de julho sempre foi especial, pra mim. Primeiramente, porque é o dia em nasceu minha doce irmã, Neusa (comigo, na foto). Anos mais tarde passaria a ser - também - o dia em que nasceu minha melhor amiga, a Wla Lisboa. Desde o fim-de-semana, tenho mais um motivo pra celebrar nesta data: é o aniversário de outra pessoa querida, o Hélio Goldsztejn (que mora numa casa linda e que recebe muito bem os amigos). Aos aniversariantes, PARABÉNS!
As fotos aí embaixo foram clicadas no café mais próximo à casa de Hélio, onde alguns convivas fizeram escala (na madrugada de sábado) pra se recuperar da overdose de comidas e bebidas deliciosas.      Da esquerda pra direita: Claudia, Janice (ou, a mão dela), Telso, Denise, Marquinhos e Cunha.
Sônia G. say something (1)
04/07/2004 20:47 a semana
 Imagino (e espero) que o Fórum Cultural Mundial tenha servido pra gerar novas sinapses e germinar futuras associações. Mas não foi nem de longe o que Gilberto Gil projetou como uma 'grande mobilização in- ternacional'. Artistas, jornalistas e intelectuais convidados pras confe- rências e debates da convenção global mal tiveram tempo de dizer a que vieram - tampouco conseguiam responder a mais que duas, três perguntas dos participantes. A mostra artística foi, de um modo geral, fraca. A feira de idéias e oportunidades, pobre. Anyway, vivência nunca é demais, certo? Foi importante, sim. Que, da próxima, se aproveite e explore melhor a presença de tantas pessoas interessantes como as que vieram pra esse encontro. Na foto, o francês Toma Sidibé - no show de abertura do fórum.
 A atriz Yara Lins, que morreu segunda-feira aos 74 anos, abriu a pri- meira transmissão da TV brasileira, em 1950. Além de pioneira, tinha talento, garra - e porte. A imagem aí de cima é do Metrópolis especial que fizemos ao vivo dos antigos estúdios da Tupi, no dia em que a te- levisão brasileira completou 40 anos (em 1990).
 Só consegui visitar a exposição do fotógrafo Bob Wolfenson na Faap a poucos dias do encerramento. Pena. Acabou hoje, sem que eu tivesse sequer a chance de recomendá-la pra algumas pessoas legais. Enfim... Bob Wolfenson, que é super conhecido pelo trabalho que faz com moda e publicidade, queimou filmes e filmes registrando fachadas de prédios, grande parte na região central de São Paulo - quase todos decadentes e empobrecidos. O ensaio virou um livro e uma exposição (na qual as ima- gens foram apresentadas em ampliações de cerca de três metros). Algo estranho se passou enquanto percorria a mostra, e percebi que o mesmo acontecia com os outros visitantes: em vários momentos, ficamos como que hipnotizados, perscrutando cada abertura naquelas imensas facha- das, a procurar por uma história pessoal e intransferível por trás de cada varanda, cada janela, cada cortina... A exposição acabou mas dá pra ver algumas das fotos que Bob Wolfenson expôs, no hotsite que a Faap pôs no ar. Também recomendo uma passadinha pelo website do fotógrafo.
Em homenagem a Bob Wolfenson, me permito publicar abaixo a foto da antifachada que vejo da 'principal' janela aqui de casa:

Tanto do livro quanto da exposição também faz parte uma série de fotografias da família e de amigos do Bob Wolfenson (e por ele batizada 'Encadernação Dourada').
Sônia G. say something (2)
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